Voltemos então ao absurdo que tivemos e ainda temos: esta Europa contribuiu para que o Iraque fosse massivamente destruído por causa de armas de destruição massiva que não tinha.
Na noite de 10 de julho último, foi com algum espanto que se assistiu a uma mistura de bandeiras nos Campos Elísios nas comemorações da vitória portuguesa no campeonato da Europa de futebol.
O mito de Prometeu, da procura incessante pelo conhecimento (e pela energia), desafiando os deuses para favorecer os humanos, é pai de uma crença inabalável no progresso linear e na inexistência de limites para o que a espécie humana pode fazer.
Costumamos ouvir, com bastante frequência, que a política autárquica é aquela que está mais próxima dos cidadãos e cidadãs. Será que esta realidade é garante de transparência e rigor no exercício das funções para que foram eleitos/as?
Parece bizarro, mas é o que está em cima da mesa. Quer no modo, quer na abrangência, todos esperam muito mais deste Governo no combate à precariedade na ciência.
A última reunião de Assembleia Municipal evidenciou o embuste taticista com que se rege a política em Barcelos, perante uma Câmara ingovernável e em suposta falência. No espetro de um concelho estagnado com o futuro comprometido.
Contem com a coragem do Bloco de Esquerda para ‘Fazer a Diferença’. Os/as Açorianos/as decidirão, já em outubro próximo, até que ponto querem que a façamos!
Pretendia limitar-me ao cherne mas sinto-me perto do Éden. Portugal confunde-nos os nomes e as prioridades, sendo que há quem troque as cores de Portugal pela lixeira onde se movem os seus interesses particulares.
“A noite de ontem foi melhor do que as anteriores para os 23 nepaleses que o SEF resgatou em Almeirim, em estufas de morangos. Dormiram em casas de abrigo onde lhes foi devolvido o estatuto de pessoas que lhes fora negado pelos traficantes que os trouxeram para Portugal.