Eduardo Figueiredo

Eduardo Figueiredo

Doutorando em Direito Público, jurista e docente universitário

Está na hora de se reconhecer as pessoas com deficiência (desde logo, mental e intelectual) como cidadãos de pleno direito e não meros detentores de uma qualquer ‘cidadania truncada’... Trata-se de uma exigência do mais elementar humanismo e dos mais básicos imperativos de justiça.

No mês de junho, é usual o espaço público se ver engalanado com as cores do arco-íris, desde logo graças à realização das marchas LGBTQIA+. São elas “cada vez mais políticas e cada vez mais festivas, por fazerem da celebração um protesto e da reivindicação política uma festa”.

O atual processo de revisão constitucional não deve ser encarado como um fardo, muito menos como uma oportunidade de levar a cabo “alterações cirúrgicas” que, em boa verdade, nada mais fazem do que precarizar a situação do Estado e da pessoa.