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Luís Farinha

Ex-Diretor do Museu do Aljube Resistência e Liberdade. Investigador no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Artigos do Autor(a)

2021/01/21 - 11:01am

Entre 20 e 22 de janeiro de 1937, Lisboa foi acordada pelo deflagrar de algumas dezenas de bombas colocadas em Ministérios, em rádios e em empresas de produção de armamento e de distribuição de combustível. Por Luís Farinha.

2021/01/18 - 10:00am

A “greve geral revolucionária” de 18 de Janeiro de 1934 nasce de um crescendo revolucionário (sem retorno) do movimento sindical politizado contra a “fascização dos sindicatos” e o fim do sindicalismo livre que tinha sido pujante durante a I República. Por Luís Farinha.

2021/01/12 - 9:58am

No seu último comunicado, a Frente Portuguesa afirma que “entra definitivamente no seu período revolucionário iniciando todas as ações necessárias para uma revolução vitoriosa” (Argel, 12 de Janeiro de 1965). Por Luís Farinha.

2021/01/02 - 2:17pm

As suas cartas da prisão, algumas escritas com o próprio sangue, e a imagem cadavérica do seu corpo depois de vários meses doente e de mais de duas semanas em greve da fome são, porventura, o mais forte libelo de acusação contra o regime fascista português. Por Luís Farinha.

2020/11/19 - 10:03pm

Foram a primeira “leva” de prisioneiros da nova “prisão da PIDE” de Angra do Heroísmo, uma antecâmara experimental do “Campo da Morte Lenta”. Por Luís Farinha.

2020/10/27 - 9:28am

O movimento que estava programado sair em Braga, Chaves e Bragança, sai em Bragança em 26 e 27 de outubro de 1933, sem comando e condenado ao fracasso. Por Luís Farinha.

2013/05/19 - 1:17pm

Depois de em 1932 se ter tornado chefe do Governo, Salazar e os salazaristas estabelecem, no Verão de 1933, a futura arquitetura institucional do Estado Novo Corporativo. A partir do final deste ano, um ano chave da instauração do Estado Novo, a luta antifascista realizava-se nas mais sufocantes condições de clandestinidade e repressão. Artigo de Luís Farinha, historiador.

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