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Passos Coelho transforma-se em líder de uma seita?

O Estado e o governo de Portugal jamais poderão voltar a ficar reféns de uma seita, cuja única intenção é servir-se e aos seus no "banquete" das finanças públicas nacionais e da destruição completa e total do Estado Social.

No seu delírio "frustracional" de ter "perdido o pote", por vontade do eleitorado, este personagem do universo político/trágico nacional, decidiu enveredar por uma campanha de "marketing político" condicente com o seu nível/entendimento da coisa pública. Ou seja, tudo o que ele diz e defende e os seus fiéis seguidores é modernidade... por exemplo, a destruição da economia, a destruição do Estado Social, a destruição da Escola Pública, a destruição de empregos, a destruição de salários, a destruição de pensões, a "expulsão de jovens" para a emigração, etc, etc, etc... tudo o contrário, defesa do emprego, reposição das pensões roubadas, defesa da escola pública de qualidade, defesa do Serviço Nacional de Saúde, investimento na requalificação urbana, políticas de investimentos na economia para a criação de emprego e absorção da mão de obra jovem, apoio aos pobres e desempregados de longa duração .cultivando um conceito de solidariedade social... pois tudo isto para esse personagem é retrógrado, e é o que vende... à exaustão... nada mais... toda a sua política delinquente de destruição do interesse nacional e recursos nacionais e obediência cega às ordens de Berlim, é pois a "sua" modernidade... modernidade que o País dispensa e que a/os portuguesa/es cada vez mais rejeitam, incluindo muitos do seu próprio partido. Passámos da mentira compulsiva, vitimização abstrusa, e agora ao delírio... características próprias de qualquer líder de uma qualquer seita religiosa... linguagem truncada, para consumo interno, dogmática, algo trauliteira e lesiva dos interesses nacionais, quando alerta entidades particulares para colocarem o Estado em tribunal (por aqui se constata o sentido de Estado de tal personagem, que será algo para desbaratar ao serviço das clientelas privadas e dos amigos ideológicos), precisamente aqueles que beneficiaram de contratos com o Estado por 3 anos, meses antes da saída do governo deste personagem, após eleições...

Nada disto teria importância e continuaria a ser motivo de riso e de anedota não fora o caso desta personagem e seus seguidores terem destruído o País durante quatro anos e pretenderem voltar à governação... daí que se torne imperioso e urgente tomar as medidas necessárias a que isso jamais possa acontecer. O Estado e o governo de Portugal jamais poderão voltar a ficar reféns de uma seita, cuja única intenção é servir-se e aos seus no "banquete" das finanças públicas nacionais e da destruição completa e total do Estado Social... para pesadelo de milhares de famílias e de milhares de jovens e idosos já nos chegaram quatro anos...

Seitas velhas de séculos jamais conseguirão convencer ninguém da sua modernidade, mesmo quando a mentira e a manipulação continua a ser o dogma orientador...

Continuaremos a defender e a implementar o Estado Social, a solidariedade, o respeito pelos idosos, pelas mulheres, pela juventude, pela Escola Pública, pelo Serviço Nacional de Saúde, baixando taxas moderadores (elevadas pela delinquência para favorecer os hospitais privados), o investimento público, a justiça fiscal, a racionalidade e responsabilização bancária, na perspetiva da defesa do interesse nacional, o emprego com direitos, o salário mínimo digno, apoio à maternidade, etc, etc, etc... este o nosso desígnio, e tal como "alguém" já disse, "custe o que custar" e "doa a quem doer", em especial aos da "seita"... que não se faz tudo num dia???, Claro que não, já o sabemos... a destruição dos último quatro anos foi muito grande... Portugal será um País justo e solidário e não um feudo de uma qualquer seita capitalista de interesses económicos dependentes de Berlim.

Passos Coelho tratará de partidarizar, como já o fez nos financiamentos, toda esta questão de favorecer os colégios e as escolas privadas, arregimentando debaixo da orientação dos respetivos diretores dos colégios, sem escolha portanto, muitas centenas de jovens para esta propaganda partidarizada desta direita neoliberal e delinquente dos interesses públicos e nacionais...

Penso que começa a surgir a necessidade de sairmos à rua, por todo o País, em imensas demonstrações nacionais, unitárias, para defendermos a escola pública, o interesse nacional e o Estado Social, contra tanta apologia de delinquência neoliberal, contra Portugal e o seu povo... e na defesa das verdadeiras escolhas, as de aplicação dos dinheiros públicos em investimentos de verdadeiro interesse nacional, a Escola Pública de Qualidade.

É tempo de fazermos ouvir a voz da democracia e da cidadania... de novo!

Sobre o/a autor(a)

Dirigente do Bloco de Esquerda. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990
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