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Catarina denuncia cortes brutais na Cultura

Esta quinta-feira, Catarina Martins esteve acompanhada por apoiantes e candidatos da lista do Porto numa visita ao Teatro do Bolhão, onde funciona uma escola artística aliada a uma companhia profissional de teatro num local que é património recuperado da cidade do Porto.
Catarina Martins na visita ao Teatro do Bolhão. Foto Paulete Matos

“Com todas as dificuldades, vemos que a cultura e a arte continua a ser o melhor que o nosso país tem”, declarou a porta-voz do Bloco e cabeça de lista pelo Porto na visita ao Teatro do Bolhão, onde esteve acompanhada pelo cantor Miguel Guedes, a poetisa Ana Luísa Amaral, o arquiteto Alexandre Alves Costa, a atriz Adelaide Teixeira e o ator e encenador Mário Moutinho, entre outros apoiantes da candidatura bloquista.

Nesta ação de campanha no Dia Mundial da Música, Catarina Martins lembrou que “ainda antes de se falar de troika, o primeiro setor a levar cortes foi a cultura” e sublinhou que “nenhum setor teve um corte tão brutal como teve a cultura no nosso país”.

“Não temos de ser o país que é um repositório de mão de obra barata para o centro e o norte da Europa”, acrescentou Catarina Martins. "Podemos ser muito mais do que isso. E termos memória do que fomos também pelo acesso à cultura nos mostra o que podemos fazer. Quando temos determinação, queremos mesmo ser governo porque acreditamos mesmo neste país e queremos mesmo mudá-lo para melhor", concluiu.

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