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Bloco de Esquerda entregou candidatura na Guarda

Jorge Manuel Mendes, professor do Instituto Politécnico da Guarda e atual Provedor do Estudante do mesmo Instituto, encabeça a lista do Bloco de Esquerda na Guarda: “É urgente a alteração das atuais políticas de destruição do país”
Acrescentando que “existe um passado negro, onde a falta de lealdade do PSD/CDS-PP e do PS para com a população do distrito é uma constante.

O Bloco de Esquerda apresentou esta segunda-feira a sua candidatura no Tribunal Judicial da Guarda referente às próximas eleições Legislativas de 4 de outubro de 2015.

Para além de elementos da lista e do seu mandatário, esteve presente Marco Loureiro, membro da Mesa Nacional e Coordenador Distrital do Bloco da Guarda.

À saída do tribunal, Bruno Andrade, mandatário da candidatura, referiu que “esta lista do Bloco de Esquerda vai percorrer todo o distrito, lembrando à população que existem problemas graves que nos últimos anos foram sempre menosprezados tanto pelos deputados do PSD como do PS.”

Marco Loureiro, dirigente distrital, refere que “esta é uma candidatura que tem tudo para romper com as tradicionais escolhas que representam o Distrito.” Acrescentando que “existe um passado negro, onde a falta de lealdade do PSD/CDS-PP e do PS para com a população do distrito é uma constante.”

Jorge Manuel Mendes, professor do Instituto Politécnico da Guarda e atual Provedor do Estudante do mesmo Instituto, encabeça a lista do Bloco de Esquerda na Guarda.

A alternância PSD, CDS e PS no distrito da Guarda pouco ou nada tem trazido à região

O mesmo afirmou que “é urgente a alteração das atuais políticas de destruição do país” e que “a alternância PSD, CDS e PS no distrito da Guarda pouco ou nada tem trazido à região”. Defendeu, ainda, que esta lista do Bloco de Esquerda, constituída por independentes e por militantes, “terá uma ação consistente e determinada na defesa intransigente do Distrito da Guarda”. Por fim, Jorge Manuel Mendes defendeu que “o Bloco de Esquerda é a única alternativa à atual situação de total abandono a que fomos votados pelos partidos do «arco do poder», PSD, CDS e PS”.

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