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Trabalhadores da Soflusa e da Transtejo fazem greve a 7 e 8 de setembro

Paralisação será de três horas por turno, em protesto contra a onda repressiva e as medidas arbitrárias das administrações, que se recusam a negociar as condições de trabalho mas aumentam os salários de quadros superiores em valores que chegam a 2.500 euros por mês.
Onda repressiva traduz-se em cerca de 90 processos disciplinares, denuncia a Fectrans. Foto de "Barco-rio Tejo1979" por João Carvalho - Obra do próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Barco-rio_Tejo1979.JPG#/media/File:Barco-rio_Tejo1979.JPG
Onda repressiva traduz-se em cerca de 90 processos disciplinares, denuncia a Fectrans. Foto de "Barco-rio Tejo1979" por João Carvalho - Obra do próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

Os trabalhadores da Soflusa, empresa que responsável pela ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa, e os da Transtejo, que assegura a ligação fluvial entre Cacilhas e Lisboa, vão realizar uma greve de três horas por turno a 7 e 8 de setembro. A greve pode prosseguir com mais dois dias na segunda semana de Setembro, três na terceira e quatro na última semana do mês.

Segundo um comunicado da FECTRANS - Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, a greve é “a resposta às medidas prepotentes e arbitrárias da atual administração destas duas empresas, que recusa negociar as condições de trabalho e procede a aumentos de salários de quadros superiores em valores que atingiram 2 500 euros por mês". É também uma reação “à onda repressiva traduzida em cerca de 90 processos disciplinares" na Soflusa, “alegadamente por os funcionários, nomeadamente na área operacional, se recusarem a exercer outras funções para além das que o contrato define”.

A FECTRANS acusa o governo de gerar a extinção de centenas de postos de trabalho e embaratecer a operação de privatização em curso.

A FECTRANS acusa ainda o governo de estar a "proceder à destruição da organização e funcionamento das quatro empresas – Carris, Metro, Transtejo e Soflusa – para gerar a extinção de centenas de postos de trabalho e embaratecer a operação de subconcessão/privatização em curso".

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