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Bolsas em queda após “segunda-feira negra” na China

A bolsa de Xangai sofreu a maior queda desde 2007, anulando os ganhos obtidos desde o início do ano, com as bolsas europeias e norte-americana a seguirem-lhe os passos.
Foto Aaron Goodman/Flickr

Apesar do governo chinês ter autorizado no domingo os fundos de pensões a investirem 30% do seu valor na bolsa, com o objetivo de reanimar o mercado bolsista, os investidores não responderam como esperado. Pequim tinha anunciado no início de agosto a maior desvalorização da sua moeda desde 1994, para responder à queda das exportações e à diminuição do crescimento económico.

Pelo contrário, as ações de 2200 empresas atingiram o limite de 10% de desvalorização que obriga a suspender transações. O índice da bolsa de Shangai perdeu 8.49%, uma queda maior que a registada a 27 de julho e que só encontra paralelo em fevereiro de 2007.

A “segunda-feira negra” da bolsa chinesa alastrou aos restantes mercados bolsistas: queda de 5% na bolsa de Hong Kong, 4.61% em Tóquio e quase 4% em Singapura. Mas não se ficou por aí: as bolsas europeias e norte-americana também abriram a cair acima de 4%. Na Europa, foi o PSI-20 português a liderar as quedas ao início da tarde, perdendo 5.21%.

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