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Ativistas da Greenpeace tentam impedir Shell de chegar ao Ártico

A partida do quebra-gelo para iniciar a perfuração de petróleo no Ártico foi novamente atrasada pelos ambientalistas que se mantêm desde a madrugada de quarta-feira pendurados numa ponte à saída do porto de Portland.
Foto Greenpeace USA/Flickr

Uma avaria no navio quebra-gelo, fulcral para o início da perfuração, obrigou-o a ir para Portland para ser reparado antes de seguir para o Alasca. A administração norte-americana autorizou este ano a Shell a perfurar naquela zona, anos depois de um acidente ter deixado a plataforma da Shell à deriva e interrompido a extração de petróleo naqueles mares agitados.

Os 26 ativistas da Greepeace lançaram-se da ponte de St. John, permanecendo suspensos a poucos metros da água, enquanto alguns caiaques e barcos de borracha dos ambientalistas apoiam a iniciativa do bloqueio à saída do navio.

“A Shell não está apenas a ameaçar os ursos polares e morsas com os seus planos de perfuraração. Ao explorarem esta nova fonte de petróleo – apenas acessível graças ao derretimento do gelo – está a ameaçar o mundo inteiro piorando as alterações climáticas”, diz a Greenpeace, que tem desenvolvido campanhas e ações diretas ao longo do ano para impedir os planos da multinacional.

“Com milhares de milhões de dólares do governo dos EUA no bolso, a Shell acha que pode fazer o que lhe apetece – mesmo no Ártico. Mas as pessoas em todo o mundo – incluindo aqui em Portland – mostram o contrário”, acrescenta o comunicado que apela à mobilização de todos cotra a exploração de petróleo no Ártico.

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