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Greve do Metro de sexta-feira sem serviços mínimos

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa agendaram uma paralisação de 24 horas para a próxima sexta-feira, dia 26 de junho, contra a subconcessão e a reestruturação da empresa. Segundo estipulou o tribunal arbitral, "não são fixados quaisquer serviços mínimos relativamente à circulação de composições".
Foto de Paulete Matos.

O anúncio da greve foi feito pelo coordenador da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações aquando da última paralisação do Metro, a 18 de junho, que levou ao encerramento de todas as estações.

Os trabalhadores, que alertam para os prováveis despedimentos após a concessão, bem como a degradação da qualidade do serviço e o aumento dos preços para os passageiros, mostram-se determinados a prosseguir na luta contra o negócio em marcha para entregar a gestão da empresa a privados.

O Governo pretende fechar os negócios das concessões de empresas de transportes públicos já em julho. Os resultados preliminares do concurso internacional para a subconcessão da Carris e do Metropolitano de Lisboa – que aponta para a entrega ao grupo espanhol Avanza – foram anunciados pelo Ministério da Economia na sexta-feira.

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