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Trabalhadores da função pública exigiram a reposição das 35 horas semanais

Trabalhadores da administração central manifestaram-se pela reposição das 35 horas semanais. Arménio Carlos afirmou a "firme disposição" da CGTP exigir do governo “a aplicação das 35 horas para todos os trabalhadores da administração pública". Pedro Filipe Soares salientou que "o governo quis atacar o salário aumentando o número de horas semanais e não pagando mais por isso”.
Trabalhadores da administração central manifestaram-se pela reposição das 35 horas semanais

Nesta sexta-feira, centenas de trabalhadoras e trabalhadores da administração central manifestaram-se nas ruas de Lisboa, exigindo a reposição das 35 horas. A manifestação, convocada pelos sindicatos da função pública da CGTP, partiu do Príncipe Real, passou pelo Tribunal Constitucional e terminou junto ao ministério das Finanças, no Terreiro do Paço.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, afirmou à Lusa a “firme disposição” da CGTP em "fazer tudo" o que estiver ao seu alcance para exigir do Governo o desbloquear do processo de contratação coletiva e para que aceite os acordos estabelecidos "assim como a aplicação das 35 horas para todos os trabalhadores da administração pública".

Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do Bloco de Esquerda, manifestou a solidariedade para com uma luta "justa" dos trabalhadores

Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do Bloco de Esquerda, manifestou a solidariedade para com uma luta "justa" dos trabalhadores e salientou:

“O governo quis atacar o salário aumentando o número de horas semanais e não pagando mais por isso. Não há uma melhoria dos serviços públicos, o que há é uma vontade de atacar os trabalhadores”.

O deputado António Filipe do PCP declarou à Lusa que “os trabalhadores da administração pública estão entre os trabalhadores mais agredidos pelo atual Governo”.

A frente comum dos sindicatos da função pública marcou greve para 13 de março.

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