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Plano de emergência para as Lajes aprovado na Assembleia Regional

A iniciativa do Bloco/Açores foi subscrita e aprovada por todos os grupos parlamentares açorianos. Paulo Mendes apresentou-a esta sexta-feira aos representantes dos trabalhadores da base das Lajes.
Cabe ao Governo da República apoiar e criar condições para o investimento na Ilha Terceira, para que não se percam postos de trabalho na região, diz a resolução aprovada no parlamento açoriano. Foto Wikipedia da Base das Lajes.

O coordenador do Bloco de Esquerda Açores considera que o plano de emergência cuja implementação o parlamento dos Açores recomendou, por unanimidade, ao Governo da República, atende às preocupações imediatas dos trabalhadores da Base das Lajes que vierem a ser despedidos, ao responsabilizar o Governo da República pela implementação de medidas excecionais de apoio reforçado ao desemprego.

Paulo Mendes reuniu esta sexta-feira com os representantes sindicais dos trabalhadores da Base das Lajes para dar a conhecer as medidas contempladas no projeto de resolução aprovado na mesma manhã no parlamento dos Açores, que resultou da iniciativa do Bloco/Açores, e que foi subscrito por todos os partidos.

Na opinião dos bloquistas açorianos, estes postos de trabalho “até podem aumentar, caso a posição geo-estratégica do arquipélago venha a ser utilizada para benefício da Região e do Estado, e não para benefício dos Estados Unidos da América”.

Segundo a nota divulgada pelo partido, além do caráter resolutivo mais imediato, o coordenador do Bloco/Açores entende que o Governo da República deve direcionar investimento público e criar incentivos especiais de incremento ao investimento privado para a ilha Terceira, com especial atenção ao concelho da Praia da Vitória.

Paulo Mendes defendeu ainda que o Estado e a Região “não deverão continuar numa espécie de concurso para ver quem melhor serve os interesses militares norte-americanos, na esperança de, em troca, garantir a manutenção de postos de trabalho”. Na opinião dos bloquistas açorianos, estes postos de trabalho “até podem aumentar, caso a posição geo-estratégica do arquipélago venha a ser utilizada para benefício da Região e do Estado, e não para benefício dos Estados Unidos da América”.

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