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Casa da Achada e Cinemateca lembram Maçariku em janeiro

Na segunda quinzena de janeiro, a Cinemateca Portuguesa passa filmes da coleção de Vítor Ribeiro, o Maçariku. Na Casa da Achada há várias atividades a pensar no seu fundador, desaparecido em agosto.
Cartaz da iniciativa "Com um V na Volta - Cultura como Resistência": 15 dias para recordar e conhecer Vítor Ribeiro, o Maçariku.

Na iniciativa "Com um V na Volta - Cultura como Resistência", juntam-se debates, filmes e um concerto para lembrar Vítor Ribeiro, o Maçariku, que morreu em agosto passado. As atividades terão início na Casa da Achada - Centro Mário Dionísio, no sábado, 17 às 15h, com intervenções livres, filmes, músicas e os objetos que fizeram parte da sua vida ligada ao cinema e teatro, às associações culturais e aos combates políticos. No domingo será projetado o filme Viver, Aprender e Trabalhar na Península de Setúbal (1997), de Eduarda Dionísio, João Carlos Louçã e Vítor Ribeiro e excertos de entrevistas a Francisco Castro Rodrigues, feitas por Eduarda Dionísio e Vítor Ribeiro. E no fim de semana seguinte, a Casa da Achada acolhe uma noite de cinema na sexta 23 e uma oficina de projeção em 16mm no sábado 24. (ver programa)

A Cinemateca de Lisboa também se associou a esta evocação e irá passar na segunda quinzena de janeiro alguns dos filmes selecionados da coleção de Vítor Ribeiro: La Bandera (1935), de Julien Duvivier, Milou en mai (1990), de Louis Malle, Sois belle et tait-toi (1958), de Marc Allégret, A propos d'une rivière (1955), de Georges Franju, Portugal's men of the sea (1968), de George Sluizer e A greve (1925), de Sergei Eisenstein. (ver programa).

No dia 30 há o concerto “Com V na Volta” na Sociedade de Instrução Guilherme Cossul com “novos e velhos amigos” do Maçariku “que teimam na construção de outra cultura, de partilha, liberdade e resistência”. A entrada é livre.

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