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Assembleia da República aprova voto de pesar pelo falecimento de Paulo Martins

No documento, proposto pelo Bloco de Esquerda, e aprovado por unanimidade, Paulo Martins é lembrado como um “Homem de luta pela liberdade e pela democracia”. O Governo associou-se ao voto, permanecendo no plenário e cumprindo um minuto de silêncio.
Paulo Martins e Guida Vieira.

A Assembleia da República apresentou assim à família e amigos de Paulo Martins, falecido a 3 de outubro, “as mais sentidas condolências, juntando-se a todas as vozes que lamentam a sua perda e a forma como esta empobrece a democracia”.

 Paulo Martins é apontado no voto de pesar como “um incansável lutador da liberdade, do povo e da Madeira”, deixando “uma história de luta e uma vida ao serviço das causas públicas e do bem comum”.

 O seu envolvimento ativo na organização da resistência e oposição ao fascismo na Região Autónoma da Madeira, o seu trabalho e a sua dedicação enquanto deputado regional, primeiro pela UDP, depois pelo Bloco de Esquerda, e enquanto dirigente destas organizações, assim como o seu extraordinário trabalho de colunismo jornalístico são enaltecidos no documento.

 Paulo Martins é “reconhecido por todos como um homem lutador e de causas, esteve sempre na primeira linha da defesa dos interesses do povo madeirense”, lê-se.

 “A vida de Paulo Martins foi cheia e transformadora. Sem ele, a Região, o país e a democracia teriam sido mais pobres. Paulo Martins deu-lhes sempre tudo o que tinha”, sublinha ainda o voto de pesar proposto pelo Bloco de Esquerda, que foi aprovado por unanimidade e ao qual se associou o Governo, permanecendo no plenário e cumprindo um minuto de silêncio.

 

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