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Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

2019/07/27 - 10:30pm

A previsibilidade em política só não antecipa a morte do artista se ainda houver terra para queimar após vindima. Que foi chão que deu uvas, isso todos dirão.

2019/07/21 - 10:46am

Habituado a cuspir palavras, os últimos dias de Trump têm feito salivar os mais abjectos racistas e xenófobos.

2019/07/15 - 1:31pm

Como ficou bem notório no último debate do estado da nação, a esquerda à esquerda do PS ganhou a batalha da inclusão nos últimos quatro anos.

2019/06/23 - 3:58pm

Todos os dias somos confrontados com aberrações com as quais somos cúmplices por omissão. Basta olhar e exigir o confronto com o que existe como regular vazio, ao nosso lado, aquele que suportamos mesmo quando nos intima por voz própria.

2019/06/16 - 10:24am

Fazer-nos acreditar em algo, seja a preto e branco ou em tons de fúchsia, é o desígnio que a classe política é convidada a adoptar e percorrer de lés a lés, da Direita à Esquerda, pelo convidado presidencial do 10 de Junho, mestre-de-cerimónias João Miguel Tavares (JMT).

2019/06/09 - 2:49pm

Marcelo Rebelo de Sousa veste hoje a pose de um agregador antinaufrágio nem que, para isso, tenha de esconder da Direita todos os seus barcos salva-vidas.

2019/06/04 - 10:39am

A percentagem de abstenção nas eleições europeias continua a não ser surpreendente, mas é bem reveladora do afastamento dos eleitores face aos seus deveres mínimos de cidadania.

2019/05/24 - 3:12pm

Reforçar quem faz a diferença é, neste domingo, a única escolha que premeia o mérito e nos permitirá exceder expectativas.

2019/05/18 - 5:44pm

Se há algo que resulta claro do processo de inquirição a Joe Berardo, é que a avaliação e resultados finais das comissões de inquérito dependem muito mais da desfaçatez dos inquiridos do que das competências de qualquer uma das comissões.

2019/05/12 - 11:10am

Silêncio, luta e inveja. E sentido inverso. A crise de nervos que António Costa provocou na oposição à Direita foi o golpe de teatro mais cómico (não fosse trágico) desta legislatura.

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