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Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

2019/12/24 - 12:56pm

O Governo entende que pode fazer caminho a sós, refastelado numa proverbial prosápia de retoma. Já o PS parece mais preocupado em potenciar uma maioria absoluta do que em desenvolver pontes.

2019/12/14 - 2:35pm

O episódio protagonizado por Ferro Rodrigues, repreendendo André Ventura pela excessiva utilização das palavras "vergonha" e "vergonhoso" em plena Assembleia da República (AR), é um exemplo do que não deve ser feito para sinalizar maus comportamentos e desmascarar fraudes.

2019/12/07 - 11:05pm

Por muito que se esforce, Luís Montenegro não conseguirá ser mais feroz no ataque a Rui Rio do que foi durante quase dois anos de oposição à liderança interna.

2019/11/25 - 3:09pm

Há 30 anos, 21 de Abril de 1989, polícias (os "molhados") que se manifestavam na Praça do Comércio pelo direito de associação sindical foram brindados com os cães e canhões de água dos seus colegas do Corpo de Intervenção da PSP (os "secos").

2019/11/17 - 8:09pm

Depois de permanente instabilidade e sucessivas eleições, Espanha foi novamente a votos e encontrou uma solução mitigada.

2019/11/10 - 1:29pm

A teoria da relativização parece querer substituir-se à teoria da relatividade e Albert Einstein pode bem estar a dar voltas no túmulo. As realidades comparativas são hoje tremendas e escapam ao físico alemão.

2019/11/02 - 11:06pm

Vivemos tempos difíceis para a democracia e o momento é de exigência.

2019/10/21 - 10:13am

A arrumação dos deputados eleitos à Assembleia da República envolveu-se numa dança de cadeiras. Há lugar para todos, obviamente, mas contam-se pelos dedos algumas cadeiras de sonho e sobejam tantas outras a evitar.

2019/10/14 - 9:53pm

A "geringonça" e outras máquinas foram ao teste das peças. Há quem entenda que o PS venceu por "poucochinho" ao obter uma percentagem maior do que a soma de percentagens de toda a Direita.

2019/10/04 - 3:21pm

Mudar o sentido de voto ou a lógica dos apoios não implica romper com nenhum quadro de convicções pessoais. Uma questão de liberdade. Para os actuais indecisos, nenhum capítulo da História será reescrito quando decidirem o sentido de voto no próximo domingo.

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