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Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

2015/06/20 - 11:13pm

Há dias, o "Washington Post" explicava em forma de título: "Porque dificilmente alguém morre de overdose em Portugal". Confere-se o ranking do Centro Europeu de Monitorização das Drogas e da Toxicodependência e somos vice-reis na tabela.

2015/05/27 - 10:27pm

A precariedade e os "sem voz" iluminaram Espanha de esperança pela força de poderem e quererem falar.

2015/05/13 - 11:44am

O elogio público do primeiro-ministro a um dos principais responsáveis do BPN é um monumental "visto gold" à impunidade daqueles que se passeiam por cima da lei.

2015/04/24 - 10:02pm

As afirmações de Fernando Leal da Cunha, secretário de Estado adjunto da Saúde, quando confrontado com o estado dificilmente narrável das urgências hospitalares são o espelho de quem não as usa.

2015/04/08 - 11:19am

Quando o grupo islâmico Al-Shabab ataca a Universidade de Garissa no Quénia matando 148 pessoas (maioritariamente estudantes cristãos), ninguém vestiu uma camisola ou t-shirt. Há casos em que a morte, singular ou colectiva, um, dezenas ou centenas, não passa mesmo de um número.

2015/03/03 - 11:55pm

O pretenso amadorismo de Zeinal Bava encontrou semelhanças e paradoxos com o comportamento de Passos Coelho, "compulsivamente" impelido a pagar a sua dívida já prescrita à Segurança Social.

2015/02/11 - 1:12am

Se há algo que resulta claro e evidente desta semana política é que arrecadar receita através da legalização e despenalização das drogas leves, à semelhança das boas experiências de outros países, não consta do programa da troika em Portugal.

2015/01/21 - 3:53pm

Um homem com quatro décadas de um democrático "quero, posso e mando" não se confinará a um papel secundário numa bancada, mas até pode ter a confiança e o arrojo suficientes para um papel principal numa derrota anunciada.

2014/12/19 - 11:57pm

À semelhança dos anos anteriores, continuaremos a perder população, tendo em conta que as mortes suplantam o total de nascimentos. Mas nem tudo é pouco fértil. Enquanto perdemos população, ganhamos turistas com afinco.

2014/11/05 - 5:42pm

Uma das razões fundamentais para a forma como os mercados e o eixo alemão olham para Portugal, um mero peão na estratégia para inverter a ideia de uma Europa inclusiva, é o facto de professarmos acanhadamente, desde o 25 de Abril, a alternância entre dois grandes partidos e um partido muleta.

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