You are here

Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

2015/10/24 - 3:58pm

Estas eleições, em duas semanas, fizeram mais pela percepção do nosso sistema eleitoral democrático do que quatro décadas de democracia.

2015/10/16 - 9:06pm

O velocímetro da política, de tanto acelerar, quase bate nos limites máximos do PREC. Por muito que custe a alguns, é apenas a democracia a funcionar com todo o espectro político em jogo.

2015/10/11 - 11:35am

Os resultados das eleições de domingo desenharam o país numa nova configuração política e em renovadas possibilidades de aprendizagem democrática.

2015/10/01 - 12:05am

De que nos serve a informação se ela se fideliza a uma espécie de bolsa dia-a-dia, de discutível fiabilidade, algo especulativa, num método diário que convoca mais o voyeurismo do espectador do que as dúvidas do eleitor?

2015/09/25 - 11:23pm

Se não espreitarmos para o retrovisor antes do voto podemos, uma vez mais, perpetuar no poder todos ou muitos daqueles que se apontam a dedo como os culpados ou cúmplices da crise sistémica a que estamos confinados.

2015/09/17 - 1:04am

A propósito da crise humanitária dos refugiados temos ouvido e lido o discurso do medo no seu esplendor.

2015/09/06 - 1:02pm

A imposição pelo Ministério da Economia de um ajuste directo para a subconcessão a privados da STCP e da Metro do Porto, à revelia de todas as vontades e no prazo forjado de uma semana útil, poderá fazer a síntese da acção típica do poder central.

2015/08/28 - 11:40pm

Ao triunfo de Trump e de tantos demagogos que aparecem (olá Europa...), cola-se uma frase do romance de George Orwell, "O triunfo dos porcos": "o homem não serve os interesses de nenhuma criatura excepto ele próprio".

2015/08/15 - 1:53pm

Nem os números batem certo, nem o PS conseguiu respeitar sequer algumas pessoas da Junta de Freguesia de Arroios. Podia ter sido tudo perfeito. Mas falhou o essencial da mensagem: os números e o respeito.

2015/08/04 - 12:11pm

A recusa europeia de uma solução decente e não humilhante para a Grécia esteve sempre ligada à ânsia hegemónico-dominadora da Alemanha e ao medinho ibérico de que forças políticas nacionais de esquerda pudessem, perante uma vitória negocial do Syriza, ganhar terreno nas eleições legislativas, daqui a uns meses.

Pages