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Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

2016/07/15 - 10:30am

Pretendia limitar-me ao cherne mas sinto-me perto do Éden. Portugal confunde-nos os nomes e as prioridades, sendo que há quem troque as cores de Portugal pela lixeira onde se movem os seus interesses particulares.

2016/07/09 - 10:54pm

A falsa ideia de que só se sujeita à praxe aquele que a admite, assenta no mesmo raciocínio que faz depender a punição para o crime do testemunho da vítima de violência.

2016/07/02 - 4:12pm

Não era preciso ser adivinho para prever o Brexit. O apocalipse alimenta-se e o martírio já fez um mártir: o Reino Unido decidiu sair e pode deixar descendência caso este projecto europeu germânico não ganhe vergonha.

2016/06/22 - 11:57pm

Hoje poderemos estar a viver politicamente o último dia do Reino Unido na União Europeia (UE).

2016/06/19 - 6:12pm

Quando quatro ou mais pessoas são alvejadas num mesmo acto (não incluindo o atirador) a estatística entra em acção e permite-nos aterrar na mais aterradora das conclusões: nos EUA, só no fim de semana passado, contaram-se seis casos.

2016/06/03 - 11:44am

A estranheza manifesta-se. Agora que todos já trocaram os argumentos públicos e privados, bem que se acabava com esta exaltação amarela. Mas não. É a cor do dinheiro e a procissão ainda vai no adro.

2016/05/19 - 1:35pm

Em 180 dias, perante uma contestação que pode rasgar a pátria simetricamente entre o verde e o amarelo, até a revisão da própria bandeira do Brasil já parece ser uma possibilidade que se lê nas estrelas.

2016/05/12 - 9:16pm

E foi então que, subitamente, Passos Coelho resolveu fazer de conta que é líder da oposição ao Governo de António Costa.

2016/05/02 - 2:32pm

O pacto de Ted Cruz e John Kasich parece um mero tacticismo, mas é uma efectiva admissão de falência técnica no momento em que Trump desfila com apoio maioritário.

2016/04/22 - 12:34am

O mais chocante na votação do processo de "impeachment" ou "golpe de Estado" não é tanto o comportamento histriónico dos deputados. Indigna é como se elogiam assassinos e torturadores, como se estivéssemos perante a melhor licitação de um crime num leilão de bugigangas.

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