You are here

Miguel Guedes

Músico e jurista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

2020/01/06 - 12:15pm

Espanta-me a facilidade com que algumas pessoas ainda se espantam. E esta perplexidade cresce com o espanto que tantos mostram pela vacuidade dos discursos oficiais de Ano Novo.

2019/12/31 - 9:58pm

Sabemos como se anunciou o fim da história de algumas instituições destes reis magos. Tem custado muito ao Estado e ao bolso de cada um de nós.

2019/12/24 - 12:56pm

O Governo entende que pode fazer caminho a sós, refastelado numa proverbial prosápia de retoma. Já o PS parece mais preocupado em potenciar uma maioria absoluta do que em desenvolver pontes.

2019/12/14 - 2:35pm

O episódio protagonizado por Ferro Rodrigues, repreendendo André Ventura pela excessiva utilização das palavras "vergonha" e "vergonhoso" em plena Assembleia da República (AR), é um exemplo do que não deve ser feito para sinalizar maus comportamentos e desmascarar fraudes.

2019/12/07 - 11:05pm

Por muito que se esforce, Luís Montenegro não conseguirá ser mais feroz no ataque a Rui Rio do que foi durante quase dois anos de oposição à liderança interna.

2019/11/25 - 3:09pm

Há 30 anos, 21 de Abril de 1989, polícias (os "molhados") que se manifestavam na Praça do Comércio pelo direito de associação sindical foram brindados com os cães e canhões de água dos seus colegas do Corpo de Intervenção da PSP (os "secos").

2019/11/17 - 8:09pm

Depois de permanente instabilidade e sucessivas eleições, Espanha foi novamente a votos e encontrou uma solução mitigada.

2019/11/10 - 1:29pm

A teoria da relativização parece querer substituir-se à teoria da relatividade e Albert Einstein pode bem estar a dar voltas no túmulo. As realidades comparativas são hoje tremendas e escapam ao físico alemão.

2019/11/02 - 11:06pm

Vivemos tempos difíceis para a democracia e o momento é de exigência.

2019/10/21 - 10:13am

A arrumação dos deputados eleitos à Assembleia da República envolveu-se numa dança de cadeiras. Há lugar para todos, obviamente, mas contam-se pelos dedos algumas cadeiras de sonho e sobejam tantas outras a evitar.

Pages