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Eurodeputada do Bloco Alda Sousa abdica de subsídio de reintegração

A eurodeputada Alda Sousa não irá requerer o subsídio de reintegração a que tem direito pelos dois anos de mandato que cumpriu no Parlamento Europeu em representação do Bloco de Esquerda.

Segundo o Estatuto dos deputados ao Parlamento Europeu, os eurodeputados têm direito, após o termo do respetivo mandato, a um subsídio de reintegração, financiado pelo Orçamento Geral da União Europeia.

Esta prestação, cuja duração equivale a “um mês por cada ano de mandato exercido, não podendo ser inferior a seis meses nem superior a 24 meses”, deve cobrir, “nomeadamente, o período compreendido entre o fim do mandato e o recomeço de uma actividade profissional”, cessando “em caso de exercício de outro mandato parlamentar ou de exercício de um cargo público”.

A eurodeputada do Bloco de Esquerda que, neste contexto, tem direito a dois meses de subsídio de reintegração, já anunciou, contudo, que não pretende requerer esta prestação.

Alda Sousa irá ainda abdicar da reforma vitalícia à qual tem direito a partir do momento em que complete 63 anos.

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