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Arábia Saudita proíbe comemorações do ano novo

A polícia religiosa tem ordens para controlar os comerciantes, proibir os floristas de vender rosas vermelhas e outras lojas de presentes de vender ursos de peluche ou qualquer artigo que possa ser associado às festividades da passagem de ano.
Entre outras ordens conhecidas desta comissão está uma proibição com restrições semelhantes ao Dia dos Namorados.

A polícia religiosa da Arábia Saudita tem ordens expressas do Governo para impedir as festividades do ano novo em todo o país. A restrição deve-se ao facto do regime teocrático ultraconservador de Riade seguir uma orientação restrita e fundamentalista do Islão, proibindo todos os cultos e rituais não islâmicos no país.

Assim, as forças de segurança receberam orientações para controlar os comerciantes, proibir os floristas de vender rosas vermelhas e outras lojas de presentes de vender ursos de peluche ou qualquer artigo que possa ser associado às festividades da passagem de ano.

A polícia religiosa tem como função o “controlo dos hábitos e costumes do povo”, sendo conhecida pelos seus frequentes abusos contra a população. No entanto, desde janeiro do presente ano, este órgão repressivo tem vindo a adotar uma postura mais moderada, segundo o que é hábito no país, principalmente desde que o clérigo Abtulatif bin Abdulaziz al-Sheik tomou posse, que proibiu o uso de carros sem placas pelos seus agentes.

Segundo o jornal local Orkaz, a ordem foi dada pela Comissão pela Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, Mutawaa, que publicou uma fatwa (decreto religioso) de um comitê formado pelos principais clérigos da Arábia Saudita.

Entre outras ordens conhecidas desta comissão está uma proibição com restrições semelhantes ao Dia dos Namorados.

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