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Bloco/Leiria: “As cidades são as pessoas que nela habitam”

Durante um almoço de campanha, o candidato bloquista à Câmara Municipal de Leiria, José Peixoto, lamentou o estado de degradação em que se encontram centenas de casas no centro histórico da cidade e o esquecimento a que foram condenadas as freguesias do concelho.

Durante a iniciativa, que contou ainda com a participação de Catarina Martins, coordenadora nacional do Bloco, e Vitorino Pereira, candidato à Assembleia Municipal de Leiria, José Peixoto sublinhou que “uma casa desabitada é um lugar sem alma” e lamentou o facto de existirem “centenas de casas degradadas no centro histórico de Leiria”, onde “não há quase nenhuma vida humana”.

O candidato bloquista fez ainda referência ao esquecimento a que foram condenadas as freguesias do concelho e defendeu a existência de uma “rede de transportes eficiente que sirva a população de Leiria”.

José Peixoto lembrou que, durante os últimos quatro anos, as promessas eleitorais foram esquecidas, contudo, no período pré eleitoral, surgiram inúmeras obras, “como que por milagre”, “sem uma noção da sua necessidade” para a população.

“O nosso dinheiro deve ser aplicado com razoabilidade, naquilo que de facto nos faz falta”, frisou.

O candidato à Câmara Municipal de Leiria reforçou ainda a necessidade de lutar contra a privatização da água.

Candidatos autárquicos do PSD e do CDS-PP “são cúmplices ativos da destruição de empregos”

Catarina Martins salientou que os candidatos autárquicos do PSD e do CDS-PP “são cúmplices ativos da destruição de empregos” e de “um Governo podre e sem soluções que tem de ser derrotado nestas eleições”.

Se o líder do PS, António José Seguro, “hesita, hesita e escolhe sempre a direita”, então “é preciso virar à esquerda” para que “entre juros e pensões se escolha as pensões” e que “entre a troika e o futuro se escolha o futuro”, adiantou a coordenadora nacional do Bloco de Esquerda.

Segundo a dirigente bloquista, a “podridão e decadência” do Governo está patente na “saída irrevogável” de Paulo Portas, “pronto a engolir a linha vermelha do corte das pensões”, em ter Rui Machete como ministro de Estado, “um homem que mentiu à comissão de inquérito, (...) tentando passar pelos pingos da chuva do escândalo financeiro do BPN”.

Catarina Martins lembrou que “só em swaps se gastou, de um momento para o outro, três vezes mais do que o se investe no ensino superior”, num país “em que tanta gente não sabe como pode viver para a semana que vem” e que possui “um Serviço Nacional de Saúde cada vez mais frágil”.
 



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