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Seixal: Luís Cordeiro defende programa de emergência social

O candidato independente que encabeça a lista do Bloco à Câmara do Seixal defende a implementação de um programa de emergência social para os mais desfavorecidos e critica o executivo CDU por “não se aproximar da população durante a tomada de decisões” e por “delegar ao poder central toda a responsabilidade de agir sobre os problemas sociais”.
Luís Cordeiro, o candidato independente que encabeça a lista do Bloco à Câmara do Seixal, defende a implementação de um programa de emergência social para os mais desfavorecidos e critica o executivo CDU por “não se aproximar da população durante a tomada de decisões” e por “delegar ao poder central toda a responsabilidade de agir sobre os problemas sociais”.

No debate promovido pelo “Setúbal na Rede” sobre as autárquicas 2013 no concelho do Seixal, que se realizou no dia 17 de setembro, no Clube Recreativo da Cruz de Pau, Luís Cordeiro afirmou: “É necessário implementar uma política de emergência social ativa no terreno”.

Segundo o “Setúbal na Rede”, o candidato independente que encabeça a lista do Bloco à Câmara do Seixal considera que a duplicação do número de desempregados no concelho é muito preocupante, mas salienta que “não pode ser sempre competência do poder central a intervenção junto da comunidade mais desfavorecida e aquela que, por força do panorama financeiro que se vive hoje, perdeu o emprego nos últimos anos”.

Luís Cordeiro diz que “a política exercida nos últimos mandatos pela CDU retirou à população um sentimento de futuro” e critica o Plano de Consolidação Orçamental e o empréstimo de 40 milhões de euros da banca à autarquia.

“Nos próximos 12 anos, a câmara municipal vai ser governada pelos bancos”, acusa Luís Cordeiro, criticando a má gestão das finanças autárquicas, “tanto pela falta de investimento público nos últimos anos, quando apenas cinco por cento do orçamento é dedicado a obras no terreno, ou pelo atraso significativo de mais de 500 dias no pagamento a fornecedores, quando este devia ser de 90 dias”.

O candidato do Bloco sublinha que o Seixal “podia ser visto, no ponto de vista cultural, como a capital do jazz, mas a autarquia não soube aproveitar a dimensão do SeixalJazz e agora é relegado para segundo plano”.

Luís Cordeiro salienta também a necessidade de uma maior participação democrática na vida política, realçando que “o Seixal teve nas últimas autárquicas uma abstenção muito alta e tal deve-se à falta de inserção da população nas decisões tomadas em prol do concelho”.

A candidatura do Bloco defende também a restauração das seis freguesias do Seixal, continuando a opor-se à extinção de freguesias feita contra a vontade das populações e a pugnar pela revogação da Lei da Reorganização Territorial das Freguesias do governo PSD/CDS.

Termos relacionados Autárquicas 2013, Política
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