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Semedo em campanha para "derrubar" os problemas da capital

"Pobreza", "Desemprego", "Gente sem casa", "Precariedade", "Transportes públicos caros" e "Especulação" foram os alvos a abater pelo candidato bloquista à Câmara de Lisboa num jogo de bowling gigante realizado no Rossio. Em seguida, João Semedo e Catarina Martins reuniram com a APRE sobre a resposta dos reformados aos anunciados cortes nas pensões.
João Semedo e Catarina Martins na ação de rua do Bloco em Lisboa. Foto de Paulete Matos.

Posicionados os seis pinos gigantes no Rossio lisboeta, representando os grandes problemas com que a cidade se defronta, o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara fez rolar uma enorme bola com a estrela que dá símbolo ao partido para derrubar cada um deles. O jogo de bowling humano gigante (ver fotogaleria) atraiu a curiosidade de quem passava à hora de almoço na Baixa de Lisboa e serviu para a candidatura bloquista apresentar as suas ideias aos eleitores sobre a melhor forma de derrubar esses problemas na vereação da capital depois de 29 de setembro.

"Pretendemos representar a força política que o Bloco é nestas eleições: uma força capaz de contribuir decisivamente para vencer estes problemas que são os principais problemas da cidade de Lisboa e de certa forma os problemas do país", declarou João Semedo aos jornalistas.

À pergunta sobre se estaria em forma para lançar a bola gigante com a força suficiente para derrubar os pinos, Semedo respondeu com a certeza de que no dia das eleições "os lisboetas nos vão ajudar a dar um empurrão a estes problemas" e a eleger um vereador do Bloco para a Câmara Municipal.

Nesta ação de rua participaram vários membros da lista que se candidata à Câmara e à Assembleia Municipal, mas foi também um momento para o encontro da dupla de coordenadores bloquistas.  Catarina Martins e João Semedo partiram dali para uma reunião com a Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRE).

"Neste momento o Governo está a preparar um Orçamento do Estado que corta mais nas pensões, ao mesmo tempo que degrada os serviços públicos, nomeadamente o Serviço Nacional de Saúde", afirmou Catarina Martins antes do encontro com a APRE. O resultado de todos estes cortes é que "temos os idosos com menos pensão, mais isolados, com menos serviços públicos essenciais, e ao mesmo tempo sendo muitas vezes o único garante de famílias onde há precariedade e desemprego", concluiu a coordenadora bloquista.

 

Ver fotogaleria desta ação.

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