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Bloco denuncia poluição no Rio Pavia, em Viseu

Os problemas de poluição no rio Pavia são denunciados, de há anos, por ambientalistas e moradores, que acusam a Câmara Municipal de Viseu de não cumprir a sua promessa de proceder à despoluição deste afluente do Dão que atravessa a cidade de Viseu.
Foto de Jorge Oliveira da Cunha.

Na quarta-feira, dia 28, candidatos à União das Freguesias de Repeses e S. Salvador, concelho de Viseu, deslocaram-se à Póvoa da Medronhosa, na freguesia de S. Salvador, para observarem, in loco, o estado da água fluvial nesse troço do Rio Pavia. Depararam-se com uma gravíssima situação de poluição, sendo que a água do rio estava coberta de uma espessa crosta de dejectos que exalavam um cheiro fétido.

Moradores e agricultores que possuem terrenos nas margens do rio apontaram o dedo à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia, que, depois de alertados, nada fizeram para obviar a situação e consideram que o incidente se prende com o mau funcionamento da ETAR situada em S. Salvador.

Segundo adiantaram os residentes, em declarações ao Diário de Viseu, o curso de água transformou-se “num esgoto a céu aberto”, tornando-os “reféns nas próprias casas”, por se virem impedidos de abrir qualquer porta ou janela.

“Não se aguenta com o mau cheiro. Qualquer tarefa que seja necessário realizar no exterior é difícil, porque o ar é quase irrespirável. Além disso, a quantidade de mosquitos é descomunal, o que torna muito complicado trabalhar nos terrenos agrícolas junto ao rio”, frisou uma das moradoras presente no local.

Os problemas de poluição no rio Pavia são denunciados, de há anos, por ambientalistas e moradores, que acusam a Câmara Municipal de Viseu de não cumprir a sua promessa de proceder à despoluição deste afluente do Dão que atravessa a cidade de Viseu.

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