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José Gusmão

Eurodeputado e economista.

Artigos do Autor(a)

2014/09/24 - 5:20pm

Parece que a CIP já "admite" (sic) uma subida do salário mínimo para os 505 euros, mas sublinha que estes acréscimos têm de ser "compensados". Os representantes dos patrões querem uma descida da TSU para "compensar" o aumento principesco.

2014/08/27 - 12:19pm

Hollande vai formar o seu terceiro Governo. Depois da primeira remodelação, em que convidou para Primeiro-Ministro Manuel Valls, da ala mais à direita do PSF, Hollande deu agora mais um passo

2014/04/22 - 10:57pm

Francisco Assis deu no passado Domingo de Páscoa uma entrevista ao Jornal “Público”. Trata-se de uma entrevista interessante para um estudo sobre como se faz um candidato.

2014/02/23 - 11:50am

A aplicação do tratado orçamental é, essencialmente, a tentativa de levar ao extremo a política que tem vindo a ser seguida, que provocou o maior aumento da dívida pública na história do nosso país.

2013/12/03 - 2:00pm

A nova operação de troca de dívida é um adiamento e tem um preço: um agravamento das necessidades de financiamento.

2013/06/04 - 12:42am

Façamos então o debate que interessa. “Entendamo-nos” sobre qual a fronteira política mais abrangente, mais aberta, mais agregadora,que pode servir de base a uma alternativa.

2013/05/07 - 4:06pm

O facto de o plano de Gaspar ser completamente irreal não quer dizer que a tentativa de o implementar e as suas consequências não sejam dramaticamente reais.

2013/01/30 - 12:04am

O regresso à emissão de obrigações do tesouro foi celebrado pelo Governo como a prova de que os mercados tinham finalmente recuperado a confiança no país. Esta narrativa esbarra num pequeno detalhe, que é o facto de ser totalmente absurda.

2013/01/16 - 12:13am

A semana passada ficou-se a conhecer o relatório que o Governo pediu ao FMI. Este relatório ilustra várias tendências da política do nosso tempo que este Governo tem levado ao extremo mais absoluto.

2012/11/20 - 12:28am

O indicador mais geral do falhanço do programa de ajustamento é o produto. A recessão em 2012 foi muito mais pronunciada do que previsto e vai prolongar-se em 2013, ao contrário do que o FMI previa. O FMI agora prevê uma quebra no PIB de 1%, o que, diga-se de passagem, será mais um erro de estimação. Mesmo assim, o diferencial para o PIB de 2013 entre o cenário inicial e a quinta revisão já atingiu os 3,4%. Por José Gusmão.

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