Luís Monteiro

Luís Monteiro

Museólogo. Investigador no Centro de Estudos Transdisciplinares “Cultura, Espaço e Memória”, Universidade do Porto

Continuam a ser os estudantes destas Universidades e Politécnicos a pagar bem caro o subfinanciamento crónico com propinas, taxas e taxinhas

Na área do Ensino Superior e da Ciência, o processo de especialidade do OE representa uma real oportunidade para responder àquilo que o Ministério que a tutela não teve coragem de resolver.

No ano letivo que agora arranca, as Instituições públicas de Ensino Superior recebem mais 44.914 novos estudantes. Mesmo com este crescimento, dificilmente o país consegue cumprir o objetivo a que se propôs: ter um terço de diplomados em Portugal até 2020.

Desenhar uma política pública para a cultura não tem, obrigatoriamente, de significar uma cultura de eventos massiva, que desvirtua a cidade.

O atraso no pagamento das bolsas de doutoramento e o despotismo com que a FCT trata os seus trabalhadores contrasta com a construção da imagem inovadora com que este Ministério se apresenta ao país.

O resultado final alcançado, pela aprovação na AR das propostas de alteração ao decreto-lei 45/2016, materializa avanços importantes no caminho da dignificação da carreira docente do Ensino Superior Politécnico.

O avanço agora conseguido pelo Bloco constitui uma solução séria do problema da instabilidade laboral destes investigadores.

As garraiadas académicas, claramente identificadas com a cultura da praxe, provocam sofrimento e stress aos animais de forma absolutamente gratuita.

Com este modelo, a precariedade entre os docentes aumentou e a Democracia diminuiu.

Isto é um artigo sobre as propostas de algumas Juventudes Partidárias. Ou melhor: é um comentário sobre cantinas universitárias, populismo, serviço militar obrigatório e o papel que a(s) Esquerda(s) decidem ter.