Luís Monteiro

Luís Monteiro

Museólogo. Investigador no Centro de Estudos Transdisciplinares “Cultura, Espaço e Memória”, Universidade do Porto

Não basta bater palmas ao "bom praxismo". Quantos bons praxistas já partiram unhas com colheres de pau?

A ideia de que existe uma praxe boa é puro voluntarismo sem efeitos práticos. A praxe representa hoje um mecanismo distorcido de integração a partir da exclusão.

2016 será muita coisa. O futuro é sempre uma incógnita. Mas é a Humanidade que faz a sua própria história.

A esperança das comunidades das escolas do ensino artístico materializa-se com a vontade de poderem entrar todas as manhãs numa sala de aula onde os professores não ficam sem salário e os estudantes não são discriminados.

Foi em 2001 que os resíduos da siderurgia da Maia foram depositados nas antigas minas de São Pedro da Cova, em Gondomar. O que se passa, à margem da lei, nas minas de São Pedro da Cova, é um atentado ambiental e à vida humana.

A Escola de Música do Conservatório Nacional tem sido notícia na última semana e não pelas melhores razões. A falta de verbas e de condições materiais para manter o seu normal funcionamento obrigou a direção da escola.

O Tribunal Constitucional divulgou na passada sexta-feira a inconstitucionalidade da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) dos docentes — prova obrigatória para os que têm menos de cinco anos de serviço e queiram candidatar-se a dar aulas.

A abstenção significa uma abstenção nas urnas de voto, mas não implica uma abstenção total nas escolhas para o futuro. Quem não vota, também está a votar, também está a escolher.

O debate sobre o acesso público ao museu não termina quando conseguirmos assegurar a entrada de todos os cidadãos portugueses nos museus. Começa exatamente aí, depois de entrar, até onde podemos ir?

Os noticiários culpam a Grécia pela não assinatura do acordo. Mas porque não dizem que foi o FMI que não aceitou as propostas da Grécia?