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Associação de Oficiais das Forças Armadas solidariza-se com Manifestações de 15 de setembro

A AOFA manifesta a sua “calorosa solidariedade a todos os portugueses que sofrem o peso dos enormes sacrifícios que lhes foram impostos” e sublinha que, "no que de si depender, os militares não serão, nunca, como a Constituição obriga, instrumento de repressão sobre os seus concidadãos”.
Imagem retirada do blogue http://www.queselixeatroika15setembro.blogspot.pt/

Aproximando-se a realização de iniciativas de caráter cívico, reflexo das medidas anunciadas e expressão de um irrecusável mal-estar transversal a toda a sociedade, como comprovadamente atestam declarações de eminentes personalidades dos diferentes quadrantes políticos e sociais, vimos, por este meio, manifestar a nossa calorosa solidariedade a todos os portugueses que sofrem o peso dos enormes sacrifícios que lhes foram impostos, relembrando que já o fizemos no passado ano de 2011”, adianta a Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) em comunicado de imprensa.

Salientando que, “antes de mais” os militares são “cidadãos sujeitos às mesmas injustas e iníquas medidas, e “porque ser cidadão não se resume apenas à circunstância de estar em sociedade, uma vez que é necessário também participar de algum modo na sua transformação”, a AOFA manifesta a sua solidariedade “com todas as iniciativas que, no exercício de um direito de cidadania, afirmem a recusa face a práticas injustas sempre apresentadas sob a capa de nobres objetivos”.

“Num momento como este, por todos reconhecido como de extrema gravidade e em que as tensões sociais poderão culminar em justos protestos e outras manifestações de cidadania e indignação constitucionalmente consentidas, importa ainda afirmar que a Associação de Oficiais das Forças Armadas reitera aqui o firme propósito de que, no que de si depender, os militares não serão, nunca, como a Constituição obriga, instrumento de repressão sobre os seus concidadãos”, sublinha ainda.

O presidente da AOFA, Pereira Cracel, assim como o presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, e o presidente da Associação de Praças da Armada (APA), Luís Reis, vão estar presentes na manifestação de sábado a título pessoal para exercer “um ato de cidadania”.

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