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Mais um despedimento coletivo na Impala

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) denunciou nesta terça feira que a empresa Impala, editora das revistas “VIP”, “Nova Gente”, “Ana”, Mulher Moderna”, vai fazer um despedimento coletivo de 24 trabalhadores – o segundo neste ano. O SJ salienta que “os dois processos de despedimento coletivo” podem “comprometer” o futuro da empresa “a prazo muito curto”. Bloco de Esquerda questiona ministério da Economia e do Emprego.
A empresa Impala, que edita as revistas “VIP”, “Nova Gente”, “Ana”, Mulher Moderna” e outras publicações, vai despedir mais 24 trabalhadores, depois de já ter despedido 30 em 2012. O Sindicato dos Jornalistas salienta que “os dois processos de despedimento coletivo” podem “comprometer” o futuro da empresa “a prazo muito curto”

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) refere que o atual despedimento coletivo na Impala atinge 24 trabalhadores, 9 dos quais jornalistas, e lembra que o primeiro despedimento coletivo deste ano, na mesma empresa, abrangeu 30 trabalhadores, 20 dos quais jornalistas.

O SJ destaca que “os termos do processo agora em curso são preocupantes”, já que “a empresa se recusa a garantir o pagamento designadamente de folgas em atraso e pretende liquidar as indemnizações até 36 prestações”.

O SJ alerta que “os dois processos de despedimento coletivo representam uma forte erosão na capacidade de trabalho da empresa e pode comprometer o seu futuro a prazo muito curto” e, manifestando solidariedade aos trabalhadores da Impala, apela a que a empresa, editora das revistas “VIP”, “Nova Gente”, “Ana”, Mulher Moderna” e outras publicações, “encontre soluções que assegurem a sua viabilidade sem pôr em perigo a viabilidade das publicações e os postos de trabalho”.

A deputada Mariana Aiveca do Bloco de Esquerda questionou nesta terça feira o Governo, através do ministério da Economia e do Emprego, sobre o despedimento coletivo na Impala (aceda ao texto da pergunta na íntegra). Salientando que, segundo o SJ, “a empresa está a recusar o pagamento das folgas que estes trabalhadores e trabalhadoras realizaram e não foram pagas e ainda pretende liquidar as compensações por despedimento em 36 prestações”, a deputada pergunta se o ministério tem “conhecimento desta situação” e como irá proceder “de modo a garantir que estes trabalhadores e trabalhadoras recebem os créditos que lhes são devidos”.

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