You are here

IndieLisboa começou esta quinta e vai até 6 de Maio

A programação mantém a identidade do festival com a procura transversal do cinema – curtas e longas, ficções e documentários, animação e cinema experimental, obras de realizadores emergentes e autores consagrados.
"Daisies", filme da secção 'Parabéns, Viennale'

A importância da ficção não é ajudar ao entendimento da realidade mas sim fazer uma recomposição do real ele próprio, abrir a porta fechada da alternativa. Numa altura em que a oferta de produtos culturais anglo-saxónicos se tornou hegemónica e que o governo se nega à responsabilidade de garantir o acesso dos públicos à pluralidade estética, festivais como o Indie Lisboa são de particular importância.

A edição deste ano não é exceção. A equipa de programação liderada por Miguel Valverde, Nuno Sena e Rui Pereira, mantém a identidade do festival com a procura transversal do cinema – curtas e longas, ficções e documentários, animação e cinema experimental, obras de realizadores emergentes e autores consagrados. O cinema de qualidade que existe na atualidade recompondo o futuro – a definição de arte revolucionária.

Na secção 'Parabéns, Viennale' podemos encontrar a crítica e repensar do passado, das décadas de cinema que nos antecedem. Foi criado em parceria com a Viennale, o festival austríaco em cujo modelo se baseia o IndieLisboa. Apresenta cinco filmes escolhidos como representativo das cinco décadas em que o festival se afirmou. Daisies, de Vera Chytilová – anos 60; Cuidado com Essa Puta Sagrada, de Rainer W. Fassbiner – anos 70; The Last of England, de Derek Jarma – anos 80; La terre des âmes errantes, de Rithy Panh, anos 90; Los Angeles Plays Itself, de Thom Andersen – anos 2000.

Cinco boas razões para um repensar do estado do mundo.

Mais informações no site do festival e no calendário dos filmes, abaixo.

Artigos relacionados: 

AttachmentSize
PDF icon Calendário das sessões1.09 MB

Sobre o/a autor(a)

Termos relacionados Cultura
(...)