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Sindicalistas do setor bancário contra acordo subscrito pela UGT

Cerca de três dezenas de sindicalistas, alguns dos quais pertencentes ao Conselho Geral da UGT, acusam João Proença de subscrever um acordo que “contém um conjunto de medidas que são um grave ataque contra os direitos dos trabalhadores, dos desempregados e da juventude que procura emprego”.
Os sindicalistas “exigem uma demarcação do SBSI em relação a este ‘Acordo da Concertação Social’ e colocam a necessidade dos trabalhadores bancários se pronunciarem em referendo sobre este acordo e a posição do SBSI na UGT, para a qual os Bancários contribuem anualmente com cerca de um milhão de euros em quotas e serviços”.

Num comunicado enviado à comunicação social, os 28 sindicalistas eleitos nos órgãos do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), no Conselho Geral da FEBASE, no Conselho Geral da UGT e delegados ao Congresso da UGT opõem-se a um “‘acordo’ em tudo prejudicial aos trabalhadores e favorável aos despedimentos e ao patronato” que “permite diminuir o salário e as remunerações, aumentar o tempo de trabalho e favorecer os despedimentos”

No documento, subscrito por membros do Movimento de Unidade, democracia e Ação Reivindicativa (MUDAR) é realçado que “estamos perante uma gravíssima atitude anti-sindical da parte da direcção da central que a não ser corrigida questiona a sobrevivência da própria legislação laboral que regula alguns direitos duramente conquistados”.

 Os sindicalistas “exigem uma demarcação do SBSI em relação a este ‘Acordo da Concertação Social’ e colocam a necessidade dos trabalhadores bancários se pronunciarem em referendo sobre este acordo e a posição do SBSI na UGT, para a qual os Bancários contribuem anualmente com cerca de um milhão de euros em quotas e serviços”.

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