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Cristina Semblano

Economista; assistente de Economia na Universidade de Paris III-Sorbonne Nouvelle; autarca na região de Paris; dirigente do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

2019/01/07 - 9:40pm

Macron, o banqueiro-presidente que quer acabar de dar cabo do que resta do modelo social das trente glorieuses, desde o direito do trabalho até às reformas, desde a habitação até à proteção social.

2018/12/16 - 10:50am

O movimento dos coletes amarelos em França é um movimento de revolta colectiva contra a classe dirigente incarnada por Macron por parte de uma franja da população que se sente injustiçada por aquela.

2017/06/17 - 3:30pm

É difícil impor à população, através de decreto, uma reforma da Lei do Trabalho de tamanho XXL quando se dispõe de uma tão fraca representação real, a não ser que se opte pelo uso acrescido da repressão. 

2017/05/05 - 4:25pm

O crescimento da extrema-direita na Europa é uma consequência direta das políticas neoliberais que começaram a ser promovidas no início da década de 80.

2017/04/15 - 10:23am

Não há diferença de fundo entre a direita de François Fillon e o “nem direita nem esquerda” de Emmanuel Macron, se excluirmos algumas questões de sociedade.

2016/12/30 - 9:37pm

No momento em que se fala na assinatura iminente de um acordo com os lesados do BES - de que só nos podemos regozijar - convém lembrar que ficam de fora os milhares de emigrantes lesados.

2016/12/04 - 11:13am

É inaceitável que aquele que foi escolhido para presidir aos destinos de uma empresa que é de nós todos, se tenha comportado como o dono de uma quinta.

2016/09/13 - 10:27pm

Se uma batalha foi ganha (a da capitalização pública) falta ganhar a guerra: a de uma banca pública ao serviço do interesse coletivo.

2016/07/31 - 3:45pm

O sinal claro de inflexão da banca pública exige igualmente que os actos danosos do interesse público sejam postos a nu perante o povo português.

2016/06/11 - 12:47pm

Seria inadmissível que, enganados pelo BES num primeiro tempo, e pelo Novo Banco num segundo, os emigrantes fossem enganados uma terceira vez pelo Governo de Portugal.

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