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Francisco Alves

Dirigente sindical

Artigos do Autor(a)

2017/02/19 - 9:39am

Precisamos de continuar a dar passos certos e seguros para não estagnarmos no caminho da mudança à esquerda.

2017/01/04 - 10:55pm

Em 2017 a esquerda precisa de fazer mais e melhor para retirar da legislação laboral “as marcas da troika e da direita”, entre as quais a redução dos dias de férias.

2016/12/12 - 1:46pm

Dia 19 de dezembro é a red line para os patrões tirarem as ilusões quanto a um acordo de concertação alargado que inclua aumento insignificante do Salário Mínimo Nacional.

2016/09/04 - 10:56pm

Precisamos de agir para avançar, e isso faz-se na luta e concretiza-se no campo institucional, revendo as normas do Código do Trabalho que desregulamentaram as relações laborais a favor do capital.

2016/08/02 - 9:25pm

Vencida esta primeira batalha contra a aplicação de sanções, não podemos baixar a guarda, porque as diversas instituições da UE vão manter e exercer todo o tipo de pressões para que as políticas austeritárias voltem a estar presentes no Orçamento de Estado para 2017.

2016/04/19 - 2:01pm

Passados cinco anos de extrema austeridade, vamos celebrar o próximo 25 Abril e o 1º de Maio sem a “canga da troika” em Portugal.

2016/03/23 - 3:00pm

Aprovado o Orçamento do Estado para 2016, importa aos trabalhadores saber como devem atuar os sindicatos neste novo ciclo político, dum governo PS, suportado pelos partidos à sua esquerda na Assembleia da República.

2013/10/25 - 12:10am

Vamos estar também no dia 26 de Outubro na manifestação promovida pelo Que Se Lixe a Troika. Não desistimos de trabalhar e construir caminhos de unidade que mais cedo que tarde, nos tragam os resultados por que lutamos.

2013/10/01 - 12:10am

Comemoramos o 43º Aniversário da CGTP-IN com um novo ciclo para juntar forças à esquerda sem exclusões, onde a exigência da demissão do governo PSD/CDS e a realização de eleições antecipadas estarão certamente presentes.

2013/07/17 - 12:06am

Em tempos de austeridade global, a resposta popular tem assumido cada vez mais expressão nas ruas em todo o mundo. Em Portugal é fundamental exigir que a democracia não fique refém dos mercados.

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