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Michel Husson

Economista francês. Investigador no IRES (Instituto de Investigações Económicas e Sociais)

Artigos do Autor(a)

2020/09/10 - 1:00pm

Partindo de uma fé cega nas "leis do mercado", o plano de recuperação económica anunciado por Macron e agora comandado por François Bayrou não mediu nem a dimensão nem as especificidades da crise que a França está a atravessar. Por Michel Husson.

2020/07/29 - 7:02pm

Sem poder recuperar o que é a sua força motriz e fonte de relativa legitimidade, o capitalismo está condenado a uma reprodução instável e fundamentalmente anti-social. Isto era verdade antes do coronavírus. É mais verdade depois. Por Michel Husson.

2020/06/29 - 11:35pm

As políticas de um regresso à normalidade arriscam-se a destruir-se a si próprias e a levar a uma trajetória em ziguezague das economias. De facto, não há simetria garantida entre os dois ramos da retoma em forma de V.  Artigo de Michel Husson.

2020/05/20 - 9:25pm

A retoma da economia não será miraculosa porque as empresas ficaram endividadas e procurarão cortar emprego e salário, as famílias empobreceram e vão reduzir o consumo. Os governos irão mais tarde ou mais cedo procurar “sanear” as finanças públicas às custas dos de sempre. Por Michel Husson.

2016/08/28 - 5:08pm

As previsões catastrofistas das últimas décadas sobre a destruição de empregos pela automatização nunca se confirmaram. As profecias atuais dos gurus da “economia de partilha” trazem uma nova ideologia segundo a qual o emprego, a classe assalariada e as pensões estão ultrapassadas. Artigo de Michel Husson.

2016/08/09 - 3:52pm

A questão não é saber se a duração do trabalho deve baixar ou não, mas quais as modalidades desta redução, ou pela exclusão, ou pela igualdade. Por Michel Husson

2014/01/07 - 1:39pm

A entrada no mercado mundial da China, da Índia e do antigo bloco soviético conduziu a uma duplicação da força de trabalho que está em concorrência no mercado mundial. Por Michel Husson.

2012/02/03 - 7:23pm

A única medida que é preciso tomar unilateralmente é financiar o défice de outra forma que não seja pela emissão nos mercados financeiros. Junto com isso, a socialização dos bancos e a anulação da dívida ilegítima.

2011/08/05 - 5:39pm

A escolha parece pois ser entre uma perigosa aventura e uma harmonização utópica. A questão política central é sair deste dilema.

2011/01/19 - 4:20pm

Segundo o autor do texto, para uma estratégia europeia de esquerda é preciso reflectir na articulação entre ruptura com a Europa neoliberal e projecto de refundação europeia.

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