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Jorge Costa

Deputado e dirigente do Bloco de Esquerda. Jornalista.

Artigos do Autor(a)

2009/10/14 - 12:00am

O aumento de votos e mandatos foi pequeno, contrastando com os recentes resultados de europeias e legislativas. O Bloco sempre disse que não se podem comparar eleições, mas ainda assim esperou-se mais.

2009/09/30 - 12:00am

Durante a campanha, Paulo Portas esteve no Barreiro e declarou a um jornal local que o CDS estava a disputar votos com o Bloco de Esquerda. Mencionou eleitores indecisos entre os dois partidos e dirigiu a essas pessoas o seu apelo: "apoiar as vítimas em vez dos criminosos", cortar o rendimento social de inserção e "devolver autoridade" aos professores.

2009/06/09 - 12:00am

A resposta do Bloco à crise do capitalismo é escutada amplamente e o seu papel na convergência das esquerdas é reconhecido também nas urnas.

2009/03/26 - 12:00am

No ano passado, a EDP teve quase 1100 milhões de euros de lucro, os maiores de sempre de uma empresa cotada na bolsa portuguesa. Mesmo assim, a EDP continua a cobrar 25% acima do que acontece em Espanha. E não hesita em cortar a luz a milhares de famílias que não conseguem pagar a conta da luz. Segundo a Deco, são cada vez mais as casas em que as opções mais drásticas já foram feitas.

2008/09/27 - 12:00am

A nacionalização de instituições financeiras norte-americanas e inglesas é um "internamento" temporário, para estancar hemorragias antes de devolver os pacientes ao casino. Mas também é certo que estas nacionalizações instalam, como há décadas não havia, um debate estratégico no campo da economia.

2007/12/26 - 12:00am

2008 começa com uma precariedade recorde, mas começa depois de valiosas experiências feitas pelo precariado em 2007. Elas constituem sinais exemplares, mesmo se embrionários, de um movimento necessário em Portugal.
A luta contra a precariedade será uma corrida de fundo. Além de persistência, precisa de imaginação para inventar o seu percurso.

2006/12/04 - 12:00am

A 11 de Fevereiro decidiremos se as mulheres que abortam devem continuar a ser perseguidas e julgadas. No referendo não estão em causa interpretações sobre a natureza ou o início da vida: quem recusa o aborto também deve votar Sim - as mulheres que tiveram que abortar merecem respeito, devem ter hospitais e não tribunais. Mas esta não é a única pergunta perdida dos defensores da actual lei do aborto.

2006/07/08 - 12:00am

Com a multiplicação das desgraças nas frentes da “guerra ao terrorismo”, o Afeganistão tem ficado na sombra do palco informativo. Não é que se trate de um oásis, face ao descalabro do Iraque ou aos desmandos israelitas na Palestina. Quase cinco anos depois do início da operação “Liberdade Duradoura”, o Afeganistão é governado por um empresário petrolífero com dupla nacionalidade afegã e norte-americana, cuja autoridade não chega aos subúrbios da capital.

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