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Jorge Costa

Deputado e dirigente do Bloco de Esquerda. Jornalista.

Artigos do Autor(a)

2011/02/12 - 7:07pm

Jogo político, manobra, tacticismo, irresponsabilidade. Os adversários do Bloco fazem da moção de censura um episódio de trica parlamentar. Estão errados.

2011/01/13 - 12:12am

É de respeitar a posição de quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na luta social e política.

2010/12/18 - 11:14am

O ministro fala de "libertação de prisioneiros", como se estes repatriamentos fossem o final feliz da saga de Guantánamo, rodada também nas Lajes, gentilmente cedidas pelo nosso governo. Mas estas "libertações" já fizeram muitas vítimas.

2010/12/14 - 4:48pm

O BCP é um caso crónico de má relação com segredos...

2010/11/24 - 1:33am

Mas vai ver 'Inside Job' assim que puderes. Uma lição impressionante sobre o poder do capital.

2010/10/04 - 1:11am

No dia em que a República faz 100 anos, Cavaco Silva passa a tarde a falar na Fundação Champalimaud. O gesto é cheio de significado: apesar de muitos conflitos, Champalimaud foi um protegido dos governos da ditadura e da democracia. Era o homem mais rico de Portugal na queda do Estado Novo e voltou a sê-lo no fim da vida, beneficiando do processo de privatizações.

2010/09/24 - 11:27pm

Livro é já outra coisa, sim, mas continua o trabalho do José Luís Peixoto: a atenção à luta pela sobrevivência nos seres que podem amar.

2010/07/30 - 5:16pm

Segundo a Exame, continua a liderar a tabela nacional. Em 2009, cresceu mais de 9%. De onde vem a fortuna de Américo Amorim? 

2010/07/11 - 12:19pm

No debate Telefónica/PT, há ecos com dez anos. Quando António Champalimaud vendeu o banco Totta ao espanhol Santander, em 1999, proferiu a frase que Ricardo Salgado retoma agora sem citar o autor: "À excepção da honra, tudo se compra e tudo se vende".

2010/05/15 - 12:00am

As primeiras duas décadas da história do BCP são também a história de Jorge Jardim Gonçalves. Banqueiro de latifundiários antes do 25 de Abril, regressa de Madrid em 1977, com a confiança do bloco central. No fim do cavaquismo, o BCP alberga hordas de ex-governantes e um mar de fraudes.

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