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Membros de ONG francesa condenados a trabalhos forçados no Chade

arcadezoe.jpgSeis cidadãos franceses pertencentes à organização Arca de Zoé foram condenados a 8 anos de trabalhos forçados por um tribunal do Chade, que os consideraram culpados pela tentativa de rapto de 103 crianças.

O Tribunal Criminal de N'Djamena ilibou outros doze cidadãos franceses ligados ao caso e condenou também um cidadão do Chade e outro do Sudão a quatro anos de prisão, por considerar provada a sua cumplicidade neste caso, actuando como intermediários. Este cidadão sudanês e o presidente da organização Arca de Zoé foram ainda condenados por falsificação de documentos.

O caso tem a ver com a tentativa de transportar para França 103 crianças, alegadamente orfãs em consequência dos confliutos do Darfur, que seriam adoptadas por famílias francesas. No entanto, veio a constatar-se que a maior parte das crianças eram naturais do Chade e que não eram orfãs.

Os condenados devem ainda pagar 6,3 milhões de euros aos familiares das crianças envolvidas e o governo francês vai pedir a transferência para França dos condenados.

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