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Louçã: O Governo onde manda, manda o pior autoritarismo

francisco_20-07-2007.jpgNo debate do Estado da Nação, Francisco Louçã criticou as posições assumidas pelas confederações patronais, afirmando que "a elite económica entende que, para se ter emprego, é preciso o cartão do PS ou do PSD", denunciou a decisão da administração do Metropolitano de Lisboa que enviou uma nota de culpa a 80 trabalhadores por terem paralisado na greve geral de 30 de Maio e concluiu: "o Governo onde manda, manda o pior autoritarismo".

Veja a intervenção de Francisco Louçã

Resposta de José Sócrates 

Pedido de esclarecimento de Fernando Rosas (que ficou sem resposta)

Intervenção de Ana Drago 

Louçã confrontou também o primeiro-ministro com a existência no país de um clima de "atrofia dos direitos essenciais na política portuguesa", e exemplificou com a suspensão de Fernando Charrua pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN).

Sócrates caracterizou a intervenção de Louçã como estando "dentro do pior estilo radical e demagógico", mas defendeu a administração do Metropolitano de Lisboa, que, segundo ele, "só agiu contra quem não cumpriu os serviços mínimos" na última greve". Em relação à posição das confederações patronais, o primeiro-ministro afirmou: "O Governo não está disponível para rever a Constituição e muito menos para admitir despedimentos por razões políticas e ideológicas".

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