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Fontão de Carvalho constituído arguido no caso Bragaparques

Fontão de CarvalhoFontão de Carvalho, vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa até Fevereiro passado, foi constituído arguido no processo Bragaparques, disse à Lusa uma fonte judicial. Fontão de Carvalho foi ouvido na segunda feira passada pelo Ministério Público já na qualidade de arguido. A PJ suspeita de crimes como prevaricação, participação económica em negócio, tráfico de influências e corrupção. No processo Bragaparques estão também constituídos arguidos Gabriela Seara, vereadora da CM de Lisboa com o pelouro do urbanismo, com o mandato suspenso por oito meses, Eduarda Napoleão, vereadora do urbanismo no mandato anterior, e Remédio Pires, director municipal dos Serviços Gerais.
Fontão de Carvalho suspendeu o mandato por três meses, no passado mês de Fevereiro, depois de ter sido conhecido que era arguido há vários meses no processo relativo à atribuição de prémios aos administradores da EPUL e ter encoberto esse facto durante vários meses.
No processo Bragaparques estão sob suspeita dois negócios: a troca dos terrenos do parque Mayer, propriedade da Bragaparques, por cerca de metade dos terrenos onde se encontrava a Feira Popular e o facto da Câmara ter concedido direito de preferência à Bragaparques, na hasta pública em que foi vendido o resto da área da Feira Popular.
Nos próximos dias serão realizadas novas diligências da investigação, devendo o presidente da Câmara, Carmona Rodrigues, ser ouvido na próxima semana.
Segundo o site do jornal Público, o PSD já decidiu que caso o presidente seja constituído arguido o fará substituir pela vereadora Marina Ferreira.

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