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Fontão de Carvalho acusado de peculato

Fontão de CarvalhoDe acordo com o semanário Expresso  Fontão de Carvalho foi constituído arguido há mais de um mês num processo de peculato que envolve prémios de produtividade atribuídos a administradores da EPUL.
Na altura em que Gabriela Seara e Remédio Pires foram constituídos arguidos no caso Bragaparques, Fontão de Carvalho omitiu o facto de já ter sido indiciado pelo Ministério Público. Além do Vice-Presidente, o Ministério Público acusou mais quatro administradores da EPUL.

Eduarda Napoleão, Luísa Amado, Arnaldo Carvalho João e Aníbal Cabeça são os administradores igualmente acusados pelo Ministério Público. Os administradores da EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa) atribuíram a si mesmos prémios de alegada produtividade correspondentes a 2004 e 2005.

O Ministério Público sustenta que os quatro administradores da EPUL (ao tempo da atribuição destes prémios) e o vice-presidente da CML, Fontão de Carvalho, tinham conhecimento que os prémios eram indevidos e que se apropriaram das verbas ilicitamente. A acusação inicial, participação económica em negócio, passou agora a peculato.

Artigos anteriores no Esquerda.net:
EPUL, prémios indevidos a administradores

Dossier: Escândalos na Câmara de Lisboa

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