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CIP quer lay-off até 18 meses

Van Zeller apresentou propostas para defender os empresários da criseAlegando a necessidade de ajustar os quadros de pessoal à actividade das empresas, a Confederação da Indústria Portuguesa propõe alargar para 18 meses o período máximo de suspensão dos contratos de trabalho (lay-off) como medida de combate à actual crise económica. A CIP também quer que o subsídio de desemprego seja alargado a gestores e administradores.

 

Para facilitar o ajustamento dos quadros de pessoal à actividade das empresas, e em particular à redução que se prevê como consequência da actual crise económica, a Confederação Industrial Portuguesa apresentou uma proposta para que o período máximo de suspensão dos contratos de trabalho seja alargado até aos 18 meses.

Actualmente, o prazo máximo para os processos de "lay-off" é de seis meses, que pode ser alargado até 12 meses, em casos de evidente situação de crise profunda da empresa. O "lay-off" prevê a redução do horário ou a suspensão da actividade laboral, acompanhadas por uma redução salarial.

Por outro lado, e também como medida de combate à crise económica actual, a CIP propõe o alargamento do direito ao subsídio de desemprego aos gestores e administradores de empresas que encerrem a sua actividade.

Entre outras iniciativas, a CIP adianta ainda a proposta de criarem mecanismos que facilitem os processos de fusão e aquisição de empresas, o que normalmente conduz a reduções nos respectivos quadros de pessoal.
 

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