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Aristides Sousa Mendes salvou milhares de judeus da morte certa, concedendo-lhes os vistos no Consulado de Portugal em Bordéus, desobedecendo às regras dimanadas por Salazar. Viu-lhe depois, por mera vingança do ditador, serem-lhe encerradas todas as portas da sua vida política, pessoal e social. Morreu acompanhado pela miséria, como pagamento pela lealdade à sua consciência de ser humano excepcional.
Que o Miguel Duarte e os seus heróicos companheiros que salvaram outros seres humanos das águas do Mediterrâneo, não tenham nunca que passar por isso...