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Bom dia. Tenho estado muito atento à situação económica do país, da Europa e do mundo, nomeadamente com o surgimento de uma crise pandémica que afectou milhões de pessoas em todo o mundo. Os países economicamente e socialmente frágeis como o nosso, vão sofrer imenso. Os cidadãos ainda se encontram na dita "pobreza envergonhada". No final do ano e em 2022 já o assunto da TV pouco terá de pandemias, mas sim sobre o que já conhecemos há alguns anos atrás. Neste momento está extremamente dificil de encontrar um emprego ou trabalho. Também eu fui um dos que perdeu qualquer possibilidade de regressar ao turismo, que jamais voltará ao "descalabro alegórico" de 2019, onde franceses me diziam que era tão bom e barato fazer férias em Portugal, e eu lhes respondia quais as razões. Bom, o governo PS conseguiu um prolongamento do subsídio de desemprego por mais 6 meses, já em vigor, e não faço eu outra coisa desde o ano passado senão responder a anúncios de trabalho aos quais não obtenho resposta (sou da área do património cultural, mas tinha enveredado pelo turismo por razões óbvias para poder sobreviver). Como outros portugueses, vivo para sobreviver e educar a descendência, e manter o essencial. Não tenho mais nada para me desfazer ou cortar. Está tudo feito e procurei ao longo de todo este tempo manter uma permanente formação online para um futuro que desconheço. Somos milhares e milhares na mesma situação. Não temos culpa do que aconteceu! Pergunto apenas se da vossa parte não haveria qualquer hipótese de pressionarem o governo a pelo menos manter os subsidios de desemprego até ao final de 2021? Penso que manter algum oxigénio às pessoas não seria má ideia, ao invés de destruir o básico para nos mantermos à tona.
Grato pela vossa atenção.
Carlos Gomes