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Esta suposta solidariedade é um "remendo" para o óbvio: Se a Europa quisesse realmente resolver - e não continuar a gerir - a situação, ser realmente solidária, nem permitiria que os refugiados se fizessem ao mar, correndo o risco de morrer. Iria, isso sim, ao seu encontro ao largo das várias costas de onde saem e traziam-nos para a Europa em segurança. Mas nada é assim, pois não ? Ninguém parece confrontar esta grande contradição. Nem a Marisa, nem ninguém. É que neste contexto - e seria importante que a Marisa abordasse o assunto nesta perspetiva - o "sonho Europeu" só existe para aqueles que chegam ao seu destino na expectativa de uma esmola. Para mim, isso nem solidariedade é. É "caridadezinha".