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Após uma análise histórica no essencial demonstrativa do caráter criminoso do imperialismo americano, conclui com "nem Maduro nem Guaidó", arrastando para a ONU a resolução do conflito na base de eleições livres. Independentemente dos observadores internacionais, as anteriores, pressupõe-se, não foram livres. Na ONU sabe-se quem tem direito a veto, pelo que parece-me demagógico não só o salto abrupto no texto, como a solução apresentada. Todos os atos assassinos e de intromissão na América Latina descritos no texto, servem como forma de desculpa para que entendamos a solução apresentada como não subserviente a Trump, quando na prática sabemos que com desculpas esfarrapadas de não apelo à resistência do povo venezuelano, servimos os interesses do imperialismo. Apesar dos erros, e a análise deve ser feita sob o ponto de vista de esquerda, a dita revolução bolivariana trouxe benefícios ao povo. A defesa de um capitalismo entre Keynes e bocadinhos de Marx, não pega, mesmo na hipotética neutralidade, que ambos sabemos que não existe e ambos sabemos a quem serve.