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Em relação ao artigo quero simplesmente chamar à atenção para a recolha da madeira queimada e como esse processo se vai desenrolar. Penso que o governo deve acompanhar essa fase e inteirar-se o mais possível sobre os meandros desse negócio. Tenho conhecimento que junto à fronteira de Vilar Formoso há uma empresa espanhola produtora de pellets que se alimenta à grande e à "francesa" dessa madeira a preços irrisórios.
Seria bom que as industrias portuguesas do ramo tivessem capacidade para absorver e transformar essa matéria prima!
Saudações amigas