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Caro amigo Elísio, enquanto o pessoal trabalhador (e possivelmente também até pobre como eu não posso negar que sou) não recordar os porcalhões que afuçinham em todas as gamelas possíveis, na ilusão de que viverão para sempre para gozarem dos seus proventos, que tanto sangra e sofre (e/ou até morre) um porco como uma pessoa do mesmo jeito, esses porcalhões irão continuar a sê-lo e a rirem-se das pessoas.