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Boa tarde,
Eu e outro colega apresentamos queixa na ACT, pelo facto de nos terem retirado as funções que vinhamos desempenhando há vários anos e tendo-nos colocado em "gabinetes" de arrumos sem quaisquer condições para ficarmos durante as 8 horas de trabalho. Sempre que tentávamos sair desses "gabinetes", recebíamos sempre de forma subtil orientações para que nos mantivéssemos nos mesmos.
Passados uns dias, apareceram no Coliseu do Porto, duas inspectoras que se inteiraram da situação e me puseram algumas questões.
Estávamos ainda no início da conversa, quando surgem os Advogados do Coliseu que foram alertados para a presença da ACT. A partir daí, a conversa acabou e as referidas inspectoras foram embora acompanhadas pelos advogados e, penso eu, uma vez que não estava presente, que eles terão dado a volta ao assunto. Em simultâneo, os "precários" eram retirados por outra porta para o exterior...
Devo referir que, na mesma altura em que eu e o meu colega estávamos "postos de lado", entraram para o Coliseu do Porto para exercer as mesmas funções, 4 pessoas "contratadas" a recibo verde... (outra pessoa também contratada "com recurso aos recibos verdes" é a assessora para a comunicação que por coincidência, é só esposa do assessor de comunicação de Rui Moreira).
Certo é que, da queixa apresentada na ACT resultou no dia seguinte recebermos as cartas de intenção de despedimento.
A partir daí, apesar de ter dado conhecimento a várias entidades, quer políticas, quer da comunicação social, de forma a que este e outros casos encobertos que ainda persistem no Coliseu do Porto fossem divulgados, nada aconteceu...
A direcção do Coliseu, "com o apoio" da Câmara do Porto desde que entrou em funções manteve (e sei que mantém) um clima de intimidação, servindo-se dos "leais precários" para colocar mais pressão nos colaboradores.
Neste momento, estamos os dois no desemprego de longa duração, a receber subsídio da Segurança Social e o Coliseu do Porto a trabalhar com precários, o que vai contra o que se tem ultimamente defendido.

Atentamente,
Elísio Nogueira